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REDE DE COMPUTADORES.
SUA EMPRESA PODE TER UMA!

Mas o que é exatamente uma rede de computadores e quais os benefícios que se pode esperar de sua instalação? A rigor, dois ou mais computadores ligados entre si – diretamente ou por intermédio de outro dispositivo eletrônico, com a capacidade de compartilhar recursos e comunicar-se, formam uma rede.

O compartilhamento de recursos de hardware ainda é o principal fator que leva a empresa, qualquer que seja seu porte, a investir em uma rede de computadores. Ao ligar os equipamentos em rede, coloca-se à disposição de todos os usuários, por exemplo, aquela impressora que antes estava conectada a um desktop específico.

A idéia de que as redes com fio estão em extinção não é verdade. Elas podem ser uma solução adequada para um grande número de empresas e são uma escolha que precisa ser levada em conta. Além disso, são rápidas e, se bem instaladas e configuradas adequadamente, extremamente confiáveis.


 

VOCÊ SABIA??

Os cofres públicos já economizaram mais de 370 milhões de reais com o uso do software livre no governo federal”, informou Marcos Mazoni, diretor-presidente do Serpro e coordenador do Comitê de Implementação de Software Livre – CISL.

Mazoni informou esse número durante a abertura da reunião do CISL, nesta terça-feira, 31 de março, no auditório do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT. O coordenador explicou que essa economia não é o ponto mais relevante do uso de plataformas abertas no governo: “A principal vantagem é a possibilidade de investir em inteligência tecnológica nacional e disseminar a lógica de cooperação e compartilhamento nas instituições governamentais, tornando a administração de TI pública mais eficiente, ágil e justa”, avaliou.

O indicador de economia foi gerado a partir de informações da Pesquisa de Software Livre, aplicada em 2008 pelo CISL. O coordenador de software livre do Serpro, Deivi Kuhn, analisa que o valor economizado ainda deve ser maior do que o informado, já que apenas 62 instituições, das 99 participantes do CISL, responderam a pesquisa. “Embora sejam apenas 62 unidades do governo, a pesquisa representa mais de dois milhões de máquinas públicas, um número bastante expressivo”, ressalta Deivi.

Rogério Santanna, secretário da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, alertou para a necessidade de as instituições do governo contratarem TI de forma diferenciada: “os nossos contratos precisam ser mais supervisionados. O fornecedor não pode gerar códigos de qualquer forma, ele deve estar sustentado por padrões. Aí entra a importância de um framework como o Demoiselle”, disse. Na avaliação do secretário, cerca de 90% dos problemas do governo com tecnologia serão solucionados com esta padronização.

Novo mundo
Clarice Coppeti, vice-presidente de tecnologia da Caixa Econômica Federal, foi categórica ao afirmar que a Caixa rompeu com o preconceito de que software livre não deve ser utilizado em soluções críticas. “Hoje, a Caixa opera com soluções livres, sistemas que são extremamente críticos para o banco e a sociedade, e tem um índice maior de disponibilidade e segurança”, comemorou. Clarice anunciou ainda que a Caixa vai adotar o Correio Livre Expresso, trazendo cerca de 100 mil novos usuários para a comunidade desta importante e bem-sucedida solução de comunicação e mensageria.

O presidente do Instituto de Tecnologia da Informação, Renato Martini, indicou que o maior benefício das discussões sobre o uso de software livre é o clima de sinergia e convergência das áreas de TI do governo. “Os efeitos colaterais desse clima são o trabalho em grupo, a cooperação e o desenvolvimento compartilhado”, completou Martini.

Na mesma linha, Rodrigo Assumpção, presidente da Dataprev, reafirmou o compromisso da empresa com o movimento do software livre, com cultura de compartilhamento e reuso de códigos. “Quando decupamos um sistema, descobrimos que o nosso nível de similaridade de aplicações é muito maior do que imaginamos”, comentou.


 

GOVERNO FEDERAL LANÇA LISTA DE MIGRAÇÃO PARA OPEN SOURCE!

O Carlinhos Cecconi, do ITI, me enviou o anúncio do lançamento pelo Governo Federal do Guia de Referência das Migrações para Software Livre, que ocorrerá durante o Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre. Os dois comitês responsáveis pelo Guia (a saber, o de Implementação do Software Livre e o de Sistemas Legados e Licenças, ambos do Governo Eletrônico Brasileiro), decidiram que o texto será disponibilizado para a Comunidade Brasileira de Software Livre com objetivo de obter suas contribuições antes de lançá-lo em Consulta Pública no final de junho.

Portanto, nas duas semanas após o FISL todos nós teremos a oportunidade (e a responsabilidade) de oferecer nossas contribuições ao guia. Embora sem nenhum convite oficial, coloco desde já os recursos do BR-Linux à disposição para oferecer um fórum de dabates sobre a questão assim que o documento estiver disponível.

Leia abaixo a íntegra da nota.

Governo Federal lança Guia de Migração para Software Livre

No dia 04 de junho o Governo Federal apresentará o Guia de Referência das Migrações para Software Livre, durante o V Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre.

O Guia tem origem em dois Comitês Técnicos do Governo Eletrônico Brasileiro: o de Implementação do Software Livre e o de Sistemas Legados e Licenças, que em ação conjunta com a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP) e o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) coordenaram um
trabalho de seis meses, com diversos órgãos públicos da Administração Federal.

Os dois comitês, em reunião conjunta realizada no dia 18 de maio, decidiram que o Guia será disponibilizado para a Comunidade Brasileira de Software Livre com objetivo de obter suas contribuições antes de lançá-lo em Consulta Pública no final de junho.

Com estas contribuições o Guia de Migração ganhará um enorme valor e obterá um grande respaldo técnico. Espera-se que essa primeira participação da Comunidade Brasileira de Software Livre com suas críticas e sugestões aconteça nos 15 dias após a apresentação do Guia no V FISL, prazo necessário para a preparação e apresentação em consulta pública, na qual se espera também a participação da comunidade.


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